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Boeing prevê que até 2035 a frota comercial na América Latina poderá triplicar

Boeing prevê que até 2035 a frota comercial na América Latina pode triplicar









América Latina têm atualmente 260 aviões da Boeing

Essa semana está acontecendo em Santiago no Chile, a feira de aviação FIDAE 2016.
Para o mercado latino americano Boeing prevê que companhias aéreas da América Latina precisarão de 3.050 novos aviões avaliados em US$ 350 bilhões em nas próximas duas décadas, triplicando o tamanho da frota atual da região.

"No longo prazo, as economias da América Latina vai crescer mais rápido do que o resto do mundo", disse Donna Hrinak, presidente da Boeing na América Latina. "Este crescimento criará o aumento do tráfego de passageiros na região e será dirigido às companhias aéreas da América Latina para expandir e competir para o negócio que tem sido tradicionalmente dominado por operadores estrangeiros."

Para atender o aumento do tráfego de passageiros, a Boeing prevê que a região vai exigir mais de 2.500 novos aviões de corredor único ao longo dos próximos 20 anos, refletindo o crescimento contínuo das transportadoras de baixo custo e expansão de rotas na região.

A demanda por aeronaves widebody está prevista por 340 novos aviões com os transportadores regionais continuam a competir mais fortemente em rotas de longa distância. Atualmente, mais de dois terços de aeronave corredor duplo na América Latina são produtos da Boeing.

América Latina e o Caribe apresentam agora uma frota mais jovem do que a média mundial. A média de idade do avião na frota da região continua a cair, passando de mais de 15 anos em 2005 para menos de 10 anos hoje. A região tem sido em um ciclo de substituição constante desde meados dos anos 2000 e essa tendência vai continuar em quase 60 por cento da frota atual que será substituída nas próximas duas décadas.

As adições dos 787 Dreamliner para as frotas LATAM Avianca e Aeromexico permitiram que as companhias aéreas abrissem novas rotas e obter acesso a mercados que anteriormente não eram possíveis. Aeromexico hoje opera uma rota non-stop com o 787 Dreamliner de Cidade do México para Tóquio, uma rota que anteriormente exigia uma parada para reabastecimento.

Em 2015, o 787 da LATAM operou a primeira missão do mundo com o ETOPS além de 180 minutos de Santiago, Chile para Auckland, Nova Zelândia. Ainda este ano, a LATAM irá utilizar um completo ETOPS de 330 minutos na mesma rota, aparando 90 minutos “off” de voo e economizando até 2.500 litros de combustível por viagem.

A capacidade e economia de baixo custo do 787 Dreamliner permite que as companhias aéreas da América Latina tenha mais pontos de conexões sobre regiões remotas do mundo, permitindo que as companhias aéreas possa expandir seus negócios e atrair mais passageiros.    


"Os produtos da Boeing continuará a ajudar os nossos clientes da América Latina ter sucesso em um mercado muito competitivo", disse Hrinak.








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