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FAA exige inspeções para os envelhecidos Boeing 777


FAA exige inspeções para os envelhecidos Boeing 777
Foto © Boeing





 Operadores do bimotor Boeing 777-200 que acumularam pelo menos 45.000 ciclos de voo deve estar de acordo com os novos requisitos de inspeção da FAA (Federal Aviation Administration), conforme descrito na Diretriz de Aeronavegabilidade que acaba de ser publicado.

O requisito passa a entrar em vigor a partir do dia 1º de abril ordenando os operadores inspecionar as emendas na fuselagem em certas seções e corrigi-los se estiverem danificadas.

A regra também exige que os operadores modifiquem as emendas nas laterais do lado esquerdo e do lado direito em determinadas longarinas, que foram encontrados nos Boeings e podem estar sujeitos a danos por fadiga generalizada.

Isso afeta 21 aeronaves com registros dos EUA, de acordo com a FAA. A agência estima que a inspeção e modificação vão custar US$ 230.605 por aeronave, com base em 2.713 horas de trabalho (US$ 85 por hora). Inspeções pós-modificação será de US$ 118.235 por ciclo de inspeção, com base em 1.391 horas de trabalho, de acordo com estimativas da FAA.

A Diretriz segue pela Boeing um Boletim de Serviço em Alerta “777-53A0052” datado de 14 de outubro de 2014, e um anúncio da FAA dos propostos de regulamentação para a aeronave com data em 25 de agosto de 2015.

O Boeing 777-200


O 777-200 foi o modelo inicial da família dos Boeings 777. O primeiro 777-200 foi entregue para a United Airlines em 15 de maio de 1995. Com um alcance máximo de 5 240 milhas náuticas (9 700 quilômetros), a versão -200 foi principalmente destinada a companhias americanas que operariam esta aeronave em voos domésticos. Nove companhias operaram 88 aeronaves desta versão, sendo que 79 estavam em serviço em julho de 2015. Em janeiro de 2015, um 777-200 da British Airways realizou o mais rápido voo subsônico de Nova Iorque a Londres em 5 horas e 16 minutos, devido a ventos fortes. A aeronave concorrente da versão -200 é o Airbus A330-300.

A Boeing utiliza duas características, fuselagem comprida e alcance, para definir suas variantes de 777. O comprimento da fuselagem pode aumentar ou diminuir o número de passageiros e o volume de carga que pode ser transportado; o 777-200 (categorizado como A-market), -200ER e -200LR mantiveram o tamanho original e a aeronave foi alongada apenas no modelo -300 em 1998. Em termos de alcance, a aeronave foi categorizada em três segmentos com base em critérios de projeto; estas foram inicialmente definidas como:

A-market: até 4 200 milhas náuticas (7 800 quilômetros)
B-market: 6 600 milhas náuticas (12 200 quilômetros)
C-market: 7 800 milhas náuticas (14 400 quilômetros)

Segundo a tabela de preços de aeronaves Boeing para o ano de 2015 o bimotor 777-200ER custa em média US$ 277,3 milhões.


Texto e Adaptação por Herbert Monfre, com fonte de informações de Week Aviation.










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